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10 fevereiro 2011

Importância do Cerimonial!

Bom dia queridas (os) olha que máximo a matéria que encontrei no Blog da Lurdinez Queiroz (Vida Dois). A Importância de um Cerimonial em seu evento.

Acompanhe a leitura!!!
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O começo da semana foi decisivo para que eu tomasse providências emergenciais como por exemplo: CANCELAR o CERIMONIAL e contratar outro !!!

Só posso e devo dizer uma coisa... " a minha paz e a minha tranquilidade não tem preço!" e foi por isso que tomei essa decisão bem em cima da hora e posso dizer que... agora sim eu tenho um CERIMONIAL e estou torcendo para que tudo saia perfeito !!!

Só pra lembrar e ajudar às noivinhas que por aqui passam vou dizer qual é a FUNÇÂO de um cerimonial.

É a peça chave de um evento; este compreende a organização de um conjunto de formalidades que serão realizadas como por ex.: a liturgia, os cortejos de entrada e saída (com ensaios prévios), a ordem de todos o acontecimentos,  dos cumprimentos, e das fotos.

O Cerimonialista coordena e organiza conforme as normas e regras de etiqueta seguindo sempre um roteiro que se chama Protocolo de Evento que contém os mínimos detalhes de tudo que acontecerá.

Quando este Evento é um casamento, os noivos depositam no Cerimonial toda a confiaça a fim de terem pessoas cuidando e auxiliando no bom andamento da festa e da cerimônia. Sendo assim, ficam livres  e sossegados para pensar apenas em aproveitar o momento.

Quando pensar em começar a organizar sua festa, primeiro pense no cerimonial, pois é ele que te auxiliará e ajudará com mais facilidade e segurança na contratação de serviços e demais escolhas. 

Porém a dica que eu dou é que antes de contratar um serviço tão importante como este, tente se informar sobre a atuação desse cerimonial em eventos e se as pessoas que trabalham nele possuem responsabilidade e compromisso com as propostas que serão expressadas pelos noivos, afinal cada um tem seus sonhos e suas necessidades.

E sempre... planejar, planejar e planejar!!

Uma festa de casamento pode até durar pouco se pensarmos no tempo que foi gasto para produzí-la, porém pense direitinho antes de fechar qualquer serviço principalmente o CERIMONIAL !!

Beijos e até mais!!! ♥


Alci Aires


Improtantissímo!!! Atenção Noivinhas...

'Tradicionais', atrasos de noivas irritam padres e acabam até em multa

Em São Paulo, padre fez noiva esperar no altar para ‘devolver’ atraso.
CNBB diz que multa pode ser discutida entre igrejas e dioceses.

10/02/2011 09h25 - Atualizado em 10/02/2011 10h56

Fonte: G1

A relação entre padres e noivas corre o risco de azedar quando há atrasos ou regras da igreja não são cumpridas. Em Apucarana, no Paraná, é estudada a cobrança de R$ 500 como sanção por desrespeito ao relógio, mas multas já são adotadas em outras cidades. Segundo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), não há uma regra para todo país: cada padre deve avaliar a necessidade da medida com o bispo.

Mas os desgastes por causa do horário ou outras questões relativas à liturgia podem extrapolar a cobrança de multas e chegar até mesmo ao extremo de o padre proibir fotografias ou deixar a noiva esperando de propósito.

A designer Valkiria Zorsam casou-se em São Paulo, em uma manhã de sábado de abril de 2009. Por causa dos preparativos no salão, chegou quase meia hora atrasada. Antes do horário marcado para a cerimônia, o Padre José Donizetti Fiel Rolim de Oliveira circulava pela paróquia, mas não ocupou seu posto após a marcha nupcial e a noiva se posicionar ao pé do altar. “O mesmo tempo que eu atrasei, ele [padre] atrasou também. Estava na sacristia. Ele não foi de birra mesmo”, disse a noiva, que ficou esperando ao lado do noivo, de pé.
Padre Donizetti admitiu o atraso proposital e apresentou como justificativa a informação que teria sido passada por uma funcionária de que a noiva estaria, em casa, esperando uma tia chegar à igreja. A noiva contesta a afirmação e repete que a preparação do salão demorou mais que o previsto. Questionado pelo G1, o padre reconsiderou o gesto após ter sido informado sobre a versão da noiva. “Ah tá, mas não foi o que a vizinha disse”, comentou.

Padre Donizetti lembra que esse foi um caso isolado. “O que estou fazendo agora é pedir que as noivas assinem um termo de compromisso. Se eles não estiverem, aí eu não tenho mais responsabilidade de fazer a celebração deles”, disse, ressaltando que não cobra multas.

“Existe uma cultura do atraso no casamento, a gente fica refém das noivas. Então, não é questão de perdoar ou não perdoar [o atraso]. Eu sei que é dia de festa, mas, me diga se por acaso eles vão ao cartório e chegam atrasado? Vão ter que marcar outra data. Por que a Igreja tem que tolerar tudo?”, questiona o padre. 

Multas desde 2008 

Em Juiz de Fora, Minas Gerais, a igreja mais procurada pelos noivos adota desde 2008 multas para atrasos superiores a 20 minutos. “Normalmente, o atraso é esperando algum padrinho. Quase sempre é por algo que não é tão importante na celebração”, diz o pároco Flávio Campos, da Igreja de Nossa Senhora da Glória. Padre Flávio diz não ter um levantamento sobre quantas pessoas já pagaram a multa de R$ 190. “A maioria chega na hora”, disse.

Um dos insatisfeitos com a cobrança é o ex-noivo e administrador Flávio Gavioli, de 26 anos. De acordo com  ele, o cheque caução relativo à multa foi descontado sem justificativa. Ele afirma que o atraso na cerimônia foi provocado por uma demora na missa que antecedeu o casamento. “Consequentemente atrasou a saída do pessoal e a entrada do casamento”, afirma. Ele diz não manter ressentimentos. “Não altera nossa crença. A gente fica com receio com quem está à frente da igreja”, diz. O pároco rebate a afirmação de que houve cobrança injustificada. “O atraso não foi por culpa da igreja”, justifica.

Cestas básicas
 
Em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, as multas também foram adotadas. O padre Oscar Donizete Clemente, de 51 anos, da Paróquia Imaculado Coração de Maria/Santa Cruz, determinou um período de tolerância de dez minutos. Quem passa do horário previsto tem que pagar três cestas básicas que vão para famílias carentes. “Eu tive essa idéia depois de celebrar um casamento em Ribeirão Preto, numa paróquia que pedia 10 cestas básicas caso ocorresse atraso há uns cinco anos. Não tivemos mais atrasos”, explica.
Mas, nem sempre foi assim. De acordo com ele, já foi preciso realizar a cerimônia em menos de cinco minutos. “O casamento estava marcado para 18h30. Chegou todo mundo e a noiva fica rodando de carro em volta da igreja para atrasar. Quando deu 19h20 ela parou e eu disse para o noivo que não poderia celebrar o casamento, pois tinha missa 19h30. Pedi para gente fazer depois da missa. O noivo pediu para fazer mesmo assim e tive que celebrar em dois minutos. E eles ficaram muito felizes”, conta.

Multa em análise no Paraná
 
O padre Roberto Carrara, responsável pela Catedral de Apucarana, no interior do Paraná, quer aplicar multa de R$ 500. Para ele, é preciso lembrar os noivos que o casamento não é um evento social. “É um ato divino e religioso que interessa toda a comunidade cristã”, declarou.

Mas a medida ainda não é dada como certa. Segundo o padre, é uma proposta que deve ser estudada e tem apoio da comunidade. Caso entre em vigor, o dinheiro arrecadado vai para a conta da igreja e também poderá ser usado para pagar hora extra de funcionários.

Neste final de semana, o padre Carrara vai celebrar três casamentos e afirmou que os casais  não estarão sujeitos a multa. Uma dessas cerimônias será a de Juliana e Guilherme. Se por acaso houver problemas, eles pedem compreensão do padre. "Tenha piedade de nós", brinca Guilherme. O padre Roberto Carrara garante que não existe nenhuma singularidade na medida, porque outras paróquias do estado já a aplicam.

Sem fotos

Mas as reclamações envolvendo padres e noivas se referem a questões além do relógio. O casal Yohanna Caroline Dias Fernandes e Gabriel Fernandes de Lima casaram-se em 28 de agosto de 2010, na igreja São Francisco de Assis, no Gama (Distrito Federal). De acordo com ela, o padre proibiu filmagem do casamento e apenas algumas fotografias foram registradas. “Durante a cerimônia, ele disse em voz alta algo sobre não filmar e fotografar, mas eu fiquei sem entender. Eu estava nervosa”, conta. “Depois do casamento, quando eu saí da igreja, a fotógrafa me contou que meu casamento não tinha sido filmado e fotografado. Ela estava indignada”, contou a ex-noiva.

“Queríamos ter a lembrança daquele dia para mostrar para os nossos filhos e netos”, desabafa. Segundo ela, os profissionais puderam apenas fazer fotos da entrada, da troca de aliança e da saída.  Procurada pelo G1, a secretaria da capela São Francisco de Assis informou que normalmente são permitidas fotografias e filmagens. “Quando o padre não gosta, aí ele não permite. Ele já chama o fotógrafo e já conversa, no dia da cerimônia, antes do início”, disse o secretário Gilvan de Oliveira. De acordo com ele, os problemas são raros porque os padres impedem a filmagem “apenas no momento do sermão”. Ele disse, ainda, que não ter tomado conhecimento de problemas relacionados ao casamento realizado em agosto.

Troca de nome
 
A enfermeira Kênia Alves de Oliveira, de 33 anos, de Belo Horizonte, planejou o casamento durante um ano. Os problemas começaram bem antes de 30 de outubro de 2010, data do evento. Kênia conta que, no dia da entrevista com os noivos, ela e o futuro marido se atrasaram dez minutos e o padre disse que não os atenderia. Por fim, o religioso resolveu reconsiderar. “Ele falou que esperava que a gente não atrasasse no dia do casamento, que ele prezava muito o horário. Ele disse que reduziria na cerimônia o tempo de atraso”, contou.

No dia do casamento, Kênia conta que a cerimônia anterior à sua atrasou 40 minutos. Ela chegou no horário e teve que ficar esperando. “Ele [o padre] estava com uma cara que parecia que ele estava em um velório. Fez a cerimônia nos 35 minutos que ele prometeu, e com uma cara terrível. Ele me ameaçou e trocou meu nome no altar. Me chamou de Renata. Kênia e Renata, tudo a ver”, brincou.

Depois do casamento, Kênia disse que postou uma reclamação no site da igreja onde ela casou e fez uma outra reclamação na Arquidiocese de Belo Horizonte. De acordo a ex-noiva, a Arquidiocese retornou pedindo que ela ligasse de volta para explicar o problema, mas ela disse ter preferido não estender mais o problema.

Cerimônia evangélica
 
Os incidentes que envolvem as noivas não são exclusividade dos ritos católicos. A empresária Cinthia Bastos Marques, de 22 anos, e do construtor Jefferson Pereira, de 24 anos, casaram-se em 29 de novembro de 2009, em uma pousada em Porangaba, no interior de São Paulo. O evento estava previsto para 18h, mas começou com duas horas de atraso porque a noiva resolveu esperar a irmã. “Eu cheguei 18h15, só que a minha irmã, que era madrinha, alugou um vestido e quando foi buscar era um outro vestido maior, que não tinha como usar. Ela teve que esperar um novo vestido. Então, eu fiquei esperando em cima da charrete que eu ia entrar. Eu não queria casar sem ela”, conta.

A noiva explica que o casamento foi programado para acontecer no fim da tarde, por isso não estava previsto iluminação. “Tivemos que improvisar, nem gosto de lembrar”.  Além disso, tanto o pastor quanto a orquestra começaram a pressionar após uma hora do atraso. “Meu marido me ligou dizendo para entrar. O pastor estava desistindo, mas, eu quis esperar. Teve gente que me criticou”, lembra. Segundo Marques, alguns convidados ficaram irritados e nem ficaram para a festa.

De acordo com o pastor Ramsés de Jesus Azevedo, de 43 anos, que celebrou a união do casal, atrasos convencionais são comuns. “Atraso da noiva acaba sendo chique, mas é ruim quando atrasa muito. Foi a primeira vez que teve um atraso tão grande”, afirma. Ainda segundo o pastor, devido ao atraso, o casamento foi mais curto, pois a orquestra que estava no local não conseguia ler as partituras porque estava escuro. “Eu corri para dar tempo. A orquestra acabou tocando só duas músicas”, disse.
Para a empresária um atraso de até 30 minutos da noiva é tolerado, pois faz parte da tradição do casamento. “É normal a noiva atrasar, mas não duas horas. Acho que seria justo pagar pelo atraso de 2 horas, mas nesse caso minha irmã é que teria que pagar para mim”, disse. “Eu esperei porque só tenho uma irmã e só vou casar uma vez então, eu não poderia casar sem ela. Quando ela chegou, aí sim eu casei”, explica a noiva.




07 fevereiro 2011

12 respostas sobre a escolha dos padrinhos

Tem que chamar a mulher chata daquele tio querido? Quem entra com o amigo solteiro? Esclarecemos as dúvidas que tornam a vida das noivas mais difícil

Fabiana Schiavon, especial para o iG São Paulo | 07/02/2011 15:26

Escolher quem são as pessoas mais importantes da vida de um casal é uma tarefa árdua. Principalmente quando a família é grande e a lista de amigos, interminável. A etiqueta e a tradição pedem que os noivos decidam com o coração e bom senso, mas não raro casais se deparam com um problema maior que o controle do orçamento da festa na hora de escolher os padrinhos – e alguns deles encontram caminhos divertidos e criativos para sair de uma saia-justa.
A noiva Luciana Quinelo já começou com um problema: tudo para ela tem de ser de sete. Coisa de numerologia. Para não abrir mão de ninguém, formaram nove casais. Depois de solucionada a questão numérica, a conta do casal acabou com dois homens, solteiros e irmãos. Como o casal é conhecido por seu bom humor, não restou dúvida: os dois entraram juntos na igreja. “Foi a maior farra quando eles entraram. Alguns convidados ficaram perplexos e outros assoviando, fazendo bagunça”, conta Luciana. Os menos avisados achavam que os irmãos eram na verdade um casal gay, o que seria muita modernidade para uma cerimônia celebrada por um pastor de uma comunidade evangélica.

A noiva também enfrentou a dúvida mais comum: chamar ou não chamar a namorada (pouco conhecida) do amigo? “Eu não quis ter problemas e optei pela etiqueta, convidando todas as companheiras de nossos amigos”, conta.

A conta da nutricionista Camila Moraes Martins também não fechou. Muitos amigos e primos acompanharam a vida do casal. “Expliquei para alguns amigos que não tinha como chamar todos por conta dos familiares, que não podiam ficar de fora”, conta a noiva. Foram seis padrinhos de casa lado, número que teve de ser negociado com a igreja, que só permite quatro casais. “O padre até pediu para tirar a parte em que um dos padrinhos lê um trecho da Bíblia, senão a cerimônia ficaria muito longa”, explica.

Outra saia-justa são as promessas feitas anos antes do casamento. Camila acabou convidando uma amiga da faculdade porque tinha prometido, mas mal mantém contato com ela hoje. Para não sobrar amigos magoados, as especialistas recomendam sempre convidar quem está mais próximo e participante da vida dos noivos – afinal, esse é o significado real do convite.
Já o engenheiro Fernando Gobbi não deixou nenhum amigo ou parente na mão. Negociou também na igreja para ter seis casais. “Peguei também uma das vagas da minha mulher emprestada”, brinca o noivo. Eles só ficaram devendo na formação dos casais. “Para não ter de procurar um par para uma tia, o padre recomendou que ela entrasse sozinha, com uma Bíblia na mão”, conta. Eles tiveram que convencer a tia da ideia e ensaiar direitinho, mas tudo saiu conforme mandava o figurino.

Se você se identificou com alguma das histórias, talvez encontre mais de suas dúvidas nas 12 perguntas abaixo, respondidas pelas consultoras de etiqueta Carolina Bastos e Cintia Castaldi e pela consultora Carolina Alves de Lima, do Noivas On Line.

1. Qual é o número correto de padrinhos?
Não existe número correto, mas é preciso ter bom senso. Mesmo que o altar comporte bastante gente, ter mais do que quatro casais de cada lado é exagero. A entrada dos padrinhos e os cumprimentos no altar acabam demorando demais e tornando a cerimônia cansativa. Também é preciso saber se o tamanho do altar comporta um número grande de padrinhos. Para a consultora de etiqueta Cintia Castaldi, o ideal é escolher com consciência entre as pessoas mais próximas e queridas pelos noivos. Tenha isso em mente para desempatar a questão.

2. Os padrinhos têm de ser da família?
Não necessariamente. Podem ser amigos, mas o principal é que sejam próximos dos noivos e tenham acompanhado o relacionamento dos dois.

3. Qual o papel dos padrinhos?
Participar do relacionamento do casal e estar disponível para algum suporte, ajuda ou aconselhamento sempre que necessário.

4. Convidar mais amigos que parentes para padrinhos é uma gafe para a família?
Não. O que importa é que sejam pessoas que tenham proximidade e um significado especial na vida dos noivos.

5. Como fazer para que todas as madrinhas estejam lindas e elegantes no altar?
Hoje é perfeitamente aceitável que a noiva dê uma dica sutil dos trajes na hora do convite. Melhor ainda é contratar uma personal stylist para sugerir o modelo de vestido mais adequado a cada madrinha. Se isso não for possível, coloque-se à disposição para ajudá-la na escolha do look. A noiva também pode ficar à vontade para pedir que as madrinhas evitem decotes chamativos ou modelos muito rebuscados.

6. E quando as madrinhas se rebelam quanto à escolha da noiva sobre modelo e cor dos vestidos? Como lidar com a situação?
A noiva não deve necessariamente escolher o modelo que as madrinhas vão usar. Ela pode sugerir que as madrinhas avisem com antecedência as cores para que não haja repetição e o altar fique harmonioso.

7. O que fazer quando um dos casais convidados para padrinhos se separa antes do casamento?
Converse com os dois e peça que eles deixem seus problemas particulares de lado para honrar o compromisso. Se isso não der certo, é possível ainda substituir o casal, ou pelo menos uma das pessoas, o quanto antes.

8. Se um amigo de infância dos noivos acaba de começar um namoro: é obrigatório convidá-lo para padrinho junto com a nova namorada, que o casal mal conhece?
Não. Convide os dois para a cerimônia e a festa, mas apenas o amigo para ser padrinho do casamento. Os padrinhos não devem ser apenas figurantes no altar, mas pessoas queridas na vida dos noivos.

9. Como agir nos casos em que os noivos querem convidar um parente para padrinho, mas ele é casado com uma pessoa que não mantém relações harmoniosas com o resto da família?
Há a opção de não convidar o casal ou de substituir o lugar da madrinha por uma pessoa mais próxima, como a própria irmã do convidado. Se o parente em questão não aceitar a situação, cabe a ele recusar o convite.

10. Se sobram dois homens solteiros, eles podem entrar juntos na igreja?
O correto é encontrar uma madrinha para cada um deles. Se o casamento for realizado na igreja, deve-se respeitar as regras e orientações da mesma.

11. Padrinhos devem dar o presente mais caro?
Não existem regras para presentes, nem sobre o valor deles. O convite para ser padrinho de casamento é feito pela condição de afeto, amizade e proximidade ao casal.

12. Se um amigo ou familiar não convidado se sentir magoado, vale a pena convidá-lo em uma “segunda chamada”?
Não. Se você não o convidou antes é porque tem motivos pessoais para não convidá-los. Mantenha sua lista de convidados e curta seu casamento com quem você realmente quer que esteja ali.

 

25 janeiro 2011

Os sete pecados da noiva

Fuja dos erros mais comuns que as noivas cometem ao planejar o casamento

Andreia Meneguete, especial para o iG São Paulo

Ansiedade e vontade de que tudo saia perfeito no grande dia: esta é a combinação ideal para que muitos erros sejam cometidos pelas noivas na organização da cerimônia e da festa. Basta uma distração no planejamento para os docinhos acabarem cedo demais ou para o vestido dos sonhos virar um pesadelo.

Para que você não embarque para a lua de mel arrependida, listamos os sete pecados mais comuns cometidos pelas candidatas ao altar. Anote-os e evite dores de cabeça.

1. A vaidade: escolher o vestido errado
Nem sempre o modelo de vestido que se tem em mente desde o tempo de criança é o mais indicado para usar na hora do sim. É preciso levar em consideração fatores como o seu tipo de corpo, o horário da cerimônia e a estação do mês. A estilista Juliana Ariza explica que reconhecer o próprio corpo e valorizar os pontos fortes é essencial para que o vestido dos sonhos não se torne um pesadelo. “É preciso aceitar e gostar do próprio corpo e usar aquilo que realmente vai cair bem. Um determinado modelo pode ficar bom naquela atriz da TV, mas não em todo mundo”, diz.

Às noivas que gostam sempre de levar um acompanhante para ajudar no processo de escolha, atenção: “Quem palpita não é quem vai usar e não tem o mesmo gosto”, explica Juliana. “Isso influencia o produto final”. Então, para que o resultado seja encantador, pesquise referências de modelos em revistas, sites e livros. Assim, com o material na mão e uma boa conversa com o responsável pelo traje, tudo deve sair como o desejado.

2. A preguiça: errar no tamanho do salão

Imagine 30 pessoas em pé ou um espaço para 300 pessoas e somente 150 presentes? O erro de cálculo na adequação do espaço ao número de convidados é muito comum. Para Ana Paula Gaio, assessora da Cheers Eventos, a explicação é simples: os casais fecham o número de convidados muito tempo antes da data da festa.

O desequilíbrio do espaço acarreta em falta de profissionais para atender, quantidade insuficiente de comida e até gastos maiores, quando a presença é bem menor do que o planejado. “Vale lembrar que os buffets não devolvem o valor previamente combinado, então neste caso será um dinheiro perdido. O número de convidados presentes geralmente é de 10 a 20% menor do que estava na lista”, ensina Ana Paula.

3. A gula: escolher mal a quantidade e os sabores dos doces

Os doces acompanham a hora do champanhe, do café e ainda servem como lembrancinhas. Por isso, a noiva sempre se preocupa em relação à diversidade de sabores e à quantidade. E não é difícil errar a conta, seja para mais ou para menos.

Para a chef pâtissier Danielle Andrade, da Danielle Andrade Sweet & Cake, o cálculo de seis doces por convidado é uma boa média para não haver prejuízo financeiro. “É uma fórmula que vai deixar todos os convidados satisfeitos”, assegura.

Seguir à risca as tendências de casamentos americanos também pode levar a noiva a entrar numa fria. “Com cultura e clima diferentes, é melhor optar por doces mais regionais, como brigadeiros e recheio de frutas tropicais. Isso minimiza a possibilidade de sobras de docinhos”, sugere Priscila Brunsfeld, proprietária da Make the Cake.

4. A ira: restringir o cardápio

A noiva é apaixonada por frutos do mar e o noivo, por carne vermelha. Problema à vista! A escolha de um menu restrito, levando em consideração apenas o gosto dos noivos, é no mínimo pouco delicada. Deve-se lembrar que o cardápio será degustado por diferentes tipos de convidados.

“O buffet precisa agradar aos mais diversos paladares. Escolhas como pratos de comida japonesa ou asiática provavelmente não serão tão populares”, ressalta a banqueteira Vivi Barros. Para fugir dessa saia justa, o ideal é oferecer pratos variados, com opções para os mais diversos gostos, expectativas e restrições, como os vegetarianos. “Pratos mais exóticos estão liberados, desde que tenham alternativas gastronômicas”, sugere.

5. A inveja: errar a mão no bronzeamento

É claro que você quer estar mais linda que nunca – e mais bronzeada do que aquela celebridade de capa de revista – no grande dia. Mas apostar tudo em nome da beleza pode ter um efeito contrário. Por isso, resista à tentação de fazer tratamentos estéticos milagrosos ou muito radicais semanas antes do casamento. “Muitas noivas recorrem ao bronzeamento a jato ou tomam sol demais antes do casamento, o que leva a uma tonalidade de pele artificial”, afirma Alice Cabral, diretora de estilo da Black Tie. Nesta lista de proibição também estão os autobronzeadores, que podem até manchar o vestido.

Para aquelas que não abrem mão de uma pele bronzeada, a dica é tomar sol com um biquíni tomara que caia, para não ficar com aquela indesejável (e deselegante) marquinha branca no colo. “E não pode esquecer jamais o protetor solar, para não descascar”, complementa Alice.

6. A avareza: exagerar na lista de presentes

Muitos acham indelicada a iniciativa de indicar lojas e sugestões de itens para presente. Mas é inegável que a lista também é uma forma de facilitar a vida dos convidados. "Aconselha-se a fazer uma lista com diferentes opções de preços e itens, dando liberdade de escolha para cada tipo de bolso", afirma Sandra Zlotagora Pessini, uma das sócias do site ListaPerfeita.

Se os noivos já vivem juntos em uma casa completa, podem optar por presentes diferentes. Já se vão começar a vida a dois em uma nova casa, devem tomar cuidado para não apostar tudo naqueles utilitários de uso pouco frequente, como taças de cristal e panelas de fondue, deixando de lado itens úteis para o cotidiano. "Esquecer dos objetos essenciais para o dia a dia é uma fator que gera gastos no futuro e ainda acumula em casa produtos que talvez nem sejam usados", alerta.

7. A luxúria: errar na escolha da lingerie
 
A escolha da roupa de baixo é determinante. Com uma boa peça é possível esconder as gordurinhas localizadas e até amenizar a má postura. A noiva ganha pontos na estética e na segurança. Afinal, quem nunca se sentiu mal por estar com um sutiã que não sustentasse bem os seios ou uma calcinha que marcasse a roupa?

Andréia Montone Beluzzo, proprietária da loja Adaaz, dá a dica: observe o tecido da roupa para que a peça íntima não marque ou ressalte imperfeições. Uma boa lingerie sumpre sua função sem ser percebida. “É essencial que a lingerie seja levada em todas as provas para evitar surpresas na hora do altar”, aconselha a profissional.


21 janeiro 2011

Ainda dá para se casar em maio?

adaptado por Graziela Aires

No site IG saiu uma matéria super legal sobre o famoso mês das noivas, nas grandes capitais a movimentação é grande para os fornecedores neste mês, no Tocantins não existe tanta badalação em maio pelo fato de muitos dos moradores daqui terem migrado de outros estados, fazendo com que os meses de férias sejam mais movimentados. Porém há quem não abra mão da tradição, então confira algumas dicas....

Espero que gostem!

Quem sonha com o mês das noivas e tomou a decisão agora pode confiar: é possível planejar um casamento em quatro meses 

Fabiana Schiavon, especial para o iG São Paulo 

Quer casar no mês das noivas e ainda nem começou a pesquisar? De acordo com as principais especialistas em casamentos, ainda dá tempo. É perfeitamente possível programar uma festa em 4 meses, sem ter necessariamente de abrir mão do casamento dos seus sonhos. Mas, independentemente do tamanho da festa ou do tipo de cerimônia, siga algumas dicas para não se perder na organização.

1. Prepare-se psicologicamente

Pense primeiro que é possível. “A única diferença é que tudo o que a noiva teria um ano para fazer, terá que cumprir em apenas um mês”, explica a diretora do Marriages, Márcia Possik. Por isso, é preciso fazer um check-list de tudo o que deve ser providenciado e ticar as conquistas a cada semana. Para Marcia Dadamos, assessora da organizadora Vera Simões, algumas concessões podem ter de ser feitas. Mas, com criatividade, nada impedirá da festa ser bem próxima da originalmente sonhada.

2. De onde partir

Comece definindo o dia e o local. Com essas informações em mãos, já dá para mandar confeccionar os convites e pesquisar o restante dos fornecedores, sugere Marcia Possik. Marcia Dadamos dá outra ideia: para cada item, liste os seus fornecedores em ordem de preferência. Se aquele buffet conhecido não tem disponibilidade, já parta para a sua segunda opção. O mesmo vale para o fotógrafo, o estilista e a doceira que a noiva admira.

“Se a verba for curta, é preciso abrir mão da exclusividade e saber se adaptar às opções que encontrará pela frente. Mas hoje há uma boa variedade de fornecedores, principalmente, em grandes centros.

3. Para driblar a falta de igreja

Se houver dificuldade em encontrar vaga nas igrejas de sua lista, uma opção é fazer uma cerimônia íntima para pais e padrinhos, durante a semana. Na festa, o padre pode ir apenas dar uma benção. É uma boa escolha para quem faz questão da festa religiosa, principalmente aos católicos, já que hoje os padres não têm mais permissão para realizar cultos fora do templo religioso.

4. Acerte os ponteiros com fornecedores

Como maio é um mês mais concorrido, e se caso você tenha contratado fornecedores de outra região do país o ideal é fugir do sábado, já dá muito mais opção de fornecedores, que têm a agenda mais livre no meio da semana. A sexta pode ser concorrida para alguns, mas já é meio caminho andado.

18 janeiro 2011

Discurso de formatura

Todos sabem que eu amo falar, fazer, estar e principalmente estar casadaaaaa... (melhor parte hihi!) mas hoje resolvir publicar uma matéria que amei do Reinaldo Polito que é sobre outro sonho que também realizamos e que particulamente eu também amo falar e fazer... que é: FORMATURA!
Tem algo melhor do estar nesta situação de formanda (o)... é muito bom... muitas reuniões, vários preparativos, convites para familiares e pessoas as vezes até distantes... tudo isso para apenas a gente poder dividir com quem amamos e até mesmo com o mundo que esse dia tão esperado (e suado... rs) chegou!!!
Mas muitas vezes ficamos na dúvida do que escrever quando somos "votados" a sermos um orador e é ai que muitas "o bicho pega" e é por isso que vai a minha dica.

Boa leitura!

Alcianna Aires ♥


Formatura: Publiciadde e Propaganda

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por Reinaldo Polito


Pessoas de todas as partes do mundo me escrevem pedindo ajuda para se apresentar em público. Alguns dizem sentir muito medo de falar diante de plateias, ou que não sabem usar bem recursos audiovisuais, outros precisam se sair bem na exposição de projetos acadêmicos ou profissionais. Respondo a cada um, com muito prazer.
Entre todos os temas, entretanto, há um recorrente e “campeão de audiência”: como fazer e expor um discurso como orador de turma em formaturas. São questões que vão desde o que dizer, quanto tempo falar, até como se apresentar nessas circunstâncias.
Se você tiver de passar por essa situação, encontrará neste texto todas as dicas para ser bem-sucedido. Basta seguir as orientações, considerar as peculiaridades do seu evento e preparar o discurso na medida certa para se desincumbir bem dessa tarefa.

A duração do discurso

Discursos longos, com 20, 30 minutos de duração se transformam em verdadeiro suplício para os convidados. Esteja certo de que se falar por muito tempo irá tirar o encanto da sua apresentação. Portanto, fale apenas o tempo suficiente para transmitir a mensagem e tornar o momento ainda mais marcante.
Se apenas uma ou duas pessoas discursassem, apresentações de até 10 ou 12 minutos seriam suportáveis. Mas, com tanta gente usando a palavra o tempo precisa ser bastante reduzido. Embora algumas instituições determinem em seu regulamento o tempo máximo dos discursos, que variam de cinco a dez minutos, uma apresentação com começo meio e fim entre cinco e sete minutos estaria de bom tamanho.
Não estou afirmando que discursos longos sejam necessariamente ruins. Há muitos que necessitam de dezenas de páginas de um livro para abrigá-los e são peças oratórias de qualidade excepcional. Entretanto, não combinam com a velocidade e a pressa dos dias de hoje.
Houve um tempo em que discursos longos faziam parte das solenidades de formatura. E, independentemente de serem cansativos ou não, eram recebidos com naturalidade. O mais famoso e também mais extraordinário de todos é 'Oração aos moços' de Rui Barbosa, como paraninfo da turma de formandos de 1920, da Faculdade de Direito de São Paulo. É uma obra prima!

Discurso do orador da turma

O orador da turma fala em nome dos formandos. É como se ele interpretasse em seu discurso a vontade e as aspirações da turma. Por isso, é importante que ele seja escolhido pelos colegas, de preferência em um concurso de oratória.
Nessa disputa, cada formando poderá analisar não apenas o conteúdo do discurso, mas também a competência do orador. Embora o conteúdo seja extremamente importante, sugiro que num concurso de oratória se leve mais em conta a habilidade do orador em se apresentar em público.
Desde que ele se comprometa a aceitar sugestões do grupo para melhorar o teor da mensagem, o resultado poderá ser positivo. Mensagem de qualidade razoável pode ser aprimorada com a participação dos colegas. Entretanto, a falta de dotes oratórios dificilmente poderá ser resolvida pouco tempo antes da formatura.

Como deve ser apresentado

O discurso do orador da turma deve ser lido (não deixe de ler este texto sobre a leitura). Primeiro porque essa técnica de apresentação da mensagem permite que o conteúdo escrito represente bem o desejo da turma. Depois, a não ser que o discurso fosse decorado (o que nunca é recomendável), é a única forma de cumprir o tempo estabelecido.
Nada impede que o orador faça comentários de improviso, aproveitando informações que nasçam no próprio ambiente da formatura. Entretanto, só se ele se sentir bem à vontade e tiver certeza de que valerá a pena sair momentaneamente da mensagem preparada. Em caso de dúvida, nada de gracinhas arriscadas, é melhor seguir o que foi planejado.
É cada vez mais comum as turmas escolherem dois oradores, normalmente, um homem e uma mulher, para que leiam uma frase ou um trecho cada um. Essa participação simultânea dos dois oradores, quando bem ensaiada, dá um ótimo resultado, pois torna a apresentação mais leve e dinâmica.

O estilo

O estilo de um discurso de orador de turma precisa ser arejado, solto e muito bem-humorado. Quanto mais alegre e divertido mais chance de sucesso terá. Esse estilo de discurso combina mais com a irreverência comum dos formandos e as características de uma festa. O único cuidado é manter o limite do bom senso e não cair na vulgaridade.

O conteúdo

Algumas informações que poderão participar do discurso:
  • agradecimento às pessoas que compareceram à solenidade,
  • agradecimento aos pais e parentes que contribuíram para aquele momento de conquista,
  • agradecimento aos professores. Durante os agradecimentos aos professores cabem algumas brincadeiras, como imitações ou histórias que tenham marcado determinadas aulas ou o relacionamento com os alunos.
Atenção, brincar não significa humilhar ou ridicularizar, pois esse comportamento poderá comprometer o brilho da festa e até a boa imagem do grupo. Portanto, tudo deve ser feito com bom gosto e na medida certa.
  • Comentar sobre as expectativas que tinham ao chegar ao curso, sobre as amizades que fizeram e o quanto puderam aprender. Aqui também cabem algumas brincadeiras mencionando fatos curiosos ocorridos com os colegas.
  • Comentar sobre a aplicação que o curso que estão concluindo terá no mercado de trabalho.
  • Comentar, mesmo que bem superficialmente, sobre a realidade do país. É conveniente não entrar em considerações políticas que podem ser polêmicas e, por isso, descontentar alguns formandos ou parte da plateia. É sempre melhor falar de esperança e de possibilidade de realizações. Cabem também palavras de incentivo para que continuem estudando, aprendendo e se aperfeiçoando.
  • O final deve ser emocionante. O orador precisará encontrar uma mensagem que possa surpreender a plateia pelo ineditismo, pelo humor ou pela emoção da mensagem.

Nada de correria

Embora a fala deva ser entusiasmada e motivadora, não significa que deva ser na base da correria. É preciso saber usar bem as pausas. Ao encerrar um raciocínio a pausa ajudará a valorizar a informação transmitida, dará oportunidade para que os ouvintes reflitam sobre ela, e será um excelente indicador da naturalidade e do domínio do orador. Uma leitura feita com a técnica apropriada poderá ser tão atraente quanto uma fala de improviso.

12 janeiro 2011

Em que mês casar?

Encontrei essa matéria muito legal no blog http://www.constancezahn.com, acheo muito interessante e resolvir compartilhar com vcs já que no ínicio do fazemos uma planejamento de tudo estamos ligados que as noivinha organizadas adoraram saber de mais esses detalhes...
Beijos e boa leitura. 
Alci ♥


2 de dezembro de 2010

Muitas pessoas escolhem a data de seu casamento de uma maneira bem simples: fecham a (única) data disponível na Igreja!rs Mas para quem não pretende se casar em uma Igreja muito concorrida ou tem mais tempo para se planejar, o que se pode levar em consideração na hora da decisão? A assessora Vivi Farah dá algumas dicas:

JANEIRO / FEVEREIRO / JULHO = FÉRIAS

Janeiro:
 
Se os noivos possuem muitos convidados de fora da cidade onde acontecerá a festa, esses são meses bons para marcar, pois geralmente nos meses de férias as pessoas têm mais flexibilidade e disposição para viajar. Só é bom enviar um save the date alguns meses antes para as pessoas que programarem.
 
E vale lembrar que, no mês de janeiro, por causa da pouca quantidades de eventos, muitos fornecedores (doceiras, boleiras e buffets) entram em férias coletivas. Portanto, dependendo do dia do mês escolhido, alterações e confirmações devem ser feitas com bastante antecedência.

Fevereiro :
 
Normalmente, é mês de carnaval, ou seja, 2 semanas sem convidados nas suas cidades de origem! A maioria das pessoas emenda, por isso, sugiro que se evite de marcar perto do feriado. Entretanto, em 2011 o carnaval cai em março…

Julho:
 
No Sul e Sudeste, costuma ser um mês frio. Quem quer fazer casamentos em fazendas, praias, ao ar livre, não deve se esquecer da necessidade de aquecimento. Além disso, pashminas para as convidadas é um mimo que vai bem.
Julho é um mês em que os fornecedores não tem muito movimento, de modo que pode ser possível negociar melhor os pagamentos.

MARÇO / ABRIL / MAIO / JUNHO / SETEMBRO = TODOS LOTADOS

Março:
 
Geralmente é o mês em que o pessoal volta a trabalhar e as noivas se sentem mais seguras pois todos estarão em suas cidades de origem! É um mês muito, muito, muito concorrido! Em São Paulo, pode ser um mês de muita chuva (chuvas de março…). Casamentos ao ar livre requerem cobertura.

Maio:
 
Mês da noiva, mês de Maria, mês de tudo! Ou seja, se você faz muita questão de se casar em um sábado de maio e ainda não marcou, CORRA!

Abril e Junho:
 
São os meses das pessoas que não conseguiram datas em maio e partem para o plano B diante da proximidade. Como são muitas as pessoas que não conseguem data em maio, são meses bem concorridos.
Em termos de clima, abril costuma ser bastante agradável. Já junho às vezes tem ondas de frio logo na primeira quinzena. (mas depende muito de ano para ano)

Setembro :
 
Ah, a primavera! O sonho de muitas noivas!
Embora não possamos contar com isso nos dias de hoje (o aquecimento global está atrapalhando muito!), setembro costuma ser um mês lindo! As flores estão bonitas, seu convidados estão presentes e, tirando o 7 de setembro, não temos nenhum feriado para atrapalhar.
Para casamentos judaicos também é bom, pois logo após esse mês começam as festividades e dias em que não se pode fazer festa!

Agosto:
 
Os mais supersticiosos dizem que dá azar, outros dizem que é mês do cachorro louco (afinal, o que isso significa??), mas para quem não acredita nessas coisas, é bobagem…
De qualquer forma, é aconselhável marcar após a segunda semana para todos os convidados que foram viajar para fora do país estejam de volta à tempo.

Outubro/ Novembro:
 
Meses ótimos, funcionam da mesma forma que abril e junho! Espera-se que nessa época o frio já esteja mais ameno…
Atenção ao feriado de outubro, quem tem criança geralmente viaja uns 10 dias.

Dezembro:
 
A vantagem de dezembro é que todo mundo já está em clima de festa! É aconselhável marcar na primeira quinzena, depois os fornecedores estão enlouquecidos com eventos de fim de ano e os próprios convidados também têm compromissos de fim de ano em suas respectivas empresas. Uma coisa é certa: capriche no ar condicionado!
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